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quarta-feira, outubro 07, 2009

Perícia do IML constata resultado do crime contra o Subcomandante Major Albuquerque

Foto: Arquivo
Hoje (07), após 4 meses, o laudo da perícia cadavérica realizada no 6º BPM, no cadáver do Major Albuquerque, deu conta de que o mesmo foi assassinado quando estava deitado e não sendo possível comprovar se o mesmo dormia, o que derruba qualquer hipótese de que o sargento Valdiram matou seu superior em legítima defesa, como o mesmo havia dito, que só teria disparado porque seu superior tinha sacado a arma para ele, o que caracteriza que o sargento foi frio e calculista ao assassinar o Major Albuquerque.
Para melhor entender: Foi no dia 11 de junho por volta das 15h:30min, dentro do 6º BPM da cidade de Cajazeiras-PB, que o major da Polícia Militar Aldair Souza Albuquerque, 44 anos, foi assassinado com cinco tiros de revólver, o acusado do crime é um militar da própria corporação, o sargento Valdiram Ferreira da Silva, 38 anos. O major Albuquerque que era subcomandante do 6º Batalhão teve morte instantânea ao ser atingido com disparos à queima-roupa. Valdiran passou parte da tarde participando de uma festa brega no Cajazeiras Tênis Clube e, por volta das 15h00min, se despediu de colegas de farda e deixou o local, o mesmo estava à paisana e ao sair do clube se dirigiu para o Batalhão, ao entrar no prédio o militar não falou com nenhum companheiro e caminhou em direção ao alojamento dos oficiais. Hipóteses davam conta de que o sargento Valdiram, se aproximou da cama onde o major dormia e não falou nenhuma palavra para depois sacar o revólver que conduzia na cintura e disparar cinco vezes contra o oficial, em seguida o sargento caminhou pelo pátio do Batalhão ainda com o revólver na mão.
Os PMs de plantão ouviram o barulho provocado pelos tiros e foram até o alojamento, onde encontraram o major ensangüentado sobre a cama, antes que conseguisse cruzar o pátio e chegar ao portão de saída, o sargento Valdiram foi dominado por PMs de plantão e levado para uma sala. O corpo de Albuquerque ficou no Batalhão até o final da tarde, de onde foi removido para o Departamento de Medicina Legal de Patos-PB, para os procedimentos cabíveis, o Sargento Valdiran está preso no 1º Batalhão em João Pessoa-PB esperando ser julgado.

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